quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Resumo do livro "O outro passo da dança", de Caio Riter


O livro trata-se do trio A-Bê-Cê. Grandes e inseparáveis amigos desde a infância, Ana Lúcia, Bernardo e Celina mostram uma realidade que raramente existe, hoje em dia. Claro que há várias amizades que podem ser ditas eternas, mas são poucas as que, entre os dois sexos, não existe preconceito. Este trio aceita toda a sociedade e a acolhe com muito amor e carinho para que faça parte de sua vida. Se, hoje em dia, existe alguma amizade sadia e forte que aceita os outros sem preconceito, este é pico da relação entre amigos e deve ser mantido. Porque, sim, o trio A-Bê-Cê sofreu muito preconceito no desenrolar da história. Mas adquiriu experiência e encarou a realidade em conjunto!
A vida de Ana Lúcia, uma excelente bailarina, chega ao ponto de quase se findar ao descobrir uma bala em sua coluna. A bala (perdida?) encontrou Ana. Foi um assalto. Ela estava saindo ao encontro de sua mãe, Beatriz, à qual era muito apegada, quando o referido acontece. Este fato mudou completamente sua vida. Acertou a coluna e tirou definitivamente a mobilidade de suas pernas. Como iria à escola, tendo que ver todos a enxergá-la como uma estranha? Como encarar seus amigos e dizer que não foi nada? Como levar uma vida normal? Como uma bailarina dança sem ter como dançar? As pernas são extremamente necessárias neste tipo de atividade. Será?
Bernardo também é um bailarino. Coitado! Dentro de casa que nasce seu problema. Ainda que não seja um exemplo de pai, existem casos assim. Seu pai lhe encara como uma mulherzinha. Não tolera “macho” dançando balé. Não têm uma boa relação. Não se falam. É! É sério mesmo! E como se fosse só... Não! Na escola também sofre preconceito. A turma do Moicano – uma turminha da pesada que vive esculachando os outros e banca uma de “machão” – é uma que contribui muito para seu fracasso. O Murilo, seu melhor amigo, foi capaz de se separar do Bernardo, uma vez, porque tem a cabeça fraca! Bastaram algumas acusações de que ele estava para lá e para cá com um bailarino, que ele entrou na conversa e resolveu se separar de Bê para não queimar seu filme. Que ia pensar a Maria Eduarda, sua namorada? Isso eu não esperava de um melhor amigo! Mas foi o que aconteceu. Só que, bem no fundo, ele sentia muita falta de Bê em sua vida. E calava.
Celina não era tão bonita, mas não servia para feia. Vamos dizer assim: não era vaidosa. Só isso! E o que há de mal em não se preocupar tanto com a estética? Sua mãe achava o fim do mundo! Daquelas que tem a pele branca, cabelo alisado, olhos claros e nenhum tipo de imperfeição, sabe? Essa era Denise, pode-se dizer sua mãe. Pietro, o pai, adora a mulher, embora estejam separados. Celina é a única menina de seu colégio que mora com o pai. Isto vem a se tornar frustração, embora não considere tão agradável a presença da mãe. É daquele tipo que se produz toda para ir ao mercado – se é que vai ao mercado – e vive por aí, a cada dia com um novo namorado. Sempre um rapagão, musculoso... Mas nunca dura uma relação! E não faltam reclamações para baixar o astral da Cê. Como é uma mãe vaidosa, prefere cuidar da beleza da filha também.
Ana Lúcia encarou vários problemas por aquelas pernas que não eram mais suas. Quer dizer, ela tinha pernas. Mas para ela era a mesma coisa que não ter! Seus grandes amigos lhe enviavam torpedos pelo celular e ligavam, mas a vergonha e o medo não a deixavam ligar para isto. Ficava em casa o dia inteiro. Passava os dias trancada no quarto e a acariciar Nijinski, seu cachorro. Às vezes passava a ouvir histórias de terror que sua avó contava. Que tanto gostava! Depois se tornou comum. A cada dia uma nova história. Apesar das dificuldades, um dia teria que encarar a realidade... E foi o que aconteceu! Voltou às aulas – com muito medo – e fugiu dos comentários que passaram a existir. Filósofo, um colega de aula, lhe deu toda a força do mundo, pois gostava muito dela. Até mais que um amigo.
Bernardo gostava da Marília, a namorada do Nando. Certa vez, quando teve que ensaiar uma coreografia para dançar com ela, se sentiu no mundo das nuvens. Apesar de qualquer intimidação ou falta de interesse ao entender seu lado, estava sempre de bom-humor e ajudando os outros. Até se surpreende quando Elisa Ventura, uma menina do colégio que todos diziam que gostava do Moicano, foi defender-lhe numa briga contra a turminha do mau. Começaram a se conhecer e, no fim, Marília não passou de uma grande amiga. Davam-se muito bem, e era assim que tinha que ser. O grande amor de sua vida agora era a Elisa. Mas calava. Não dizia nada, vai que não fosse o mesmo o que ela sentia? E se quisesse que fossem só amigos? Sei lá.
Cê faz parte do Grêmio Estudantil de seu colégio, e lá conheceu o primeiro amor de sua vida. O Nando, que namora a Marília. Um plano e uma futura realização do Grêmio Estudantil era baixar o preço dos lanches da cantina, que estava cada vez mais alto. Ninguém mais comprou nada lá. Fizeram um protesto e não demorou muito para que desse certo. Nando abraçou Celina com força e beijou-lhe a bochecha. Esta se sentiu nas nuvens, mas logo a Marília chegou e “cortou seus baratos”.
Ana Lúcia se sentia como Elisabeth – uma personagem de uma história que a avó havia lhe contado –, sentia medo, tinha vergonha! Mas aquilo não durou muito tempo. Apesar de se sentir muito estranha com aquelas “pernas-cadeira”, tinha de aceitar que não tinha como recuperar. E, também, não é tudo em sua vida. Antes de qualquer coisa, devemos tratar de ser felizes, e somente as pernas que existem dentro da gente – as que movem os passos do nosso coração – já completam o serviço. Aquelas pernas, sim. Têm que estar sempre com bastante mobilidade, pois não se sabe o que há por vir. Não se prevê o futuro. E se o coração as fizer trancar?
O Bê estava muito feliz com a Elisa Ventura. Antes era assim: Bernardo adorava a Marília e Celina adorava o Nando. Os dois eram apaixonados pelo casalzinho. Agora até para a Cê mudou! O Murilo, melhor amigo do Bê, tinha um irmão – o Ted. Ele faz parte da turma do Moicano. Mais um idiota que tenta acabar com a auto-estima dos colegas! E, até antes do Bê, Ted amava a Elisa. Uma vez o Murilo leu na última folha de seu caderno: E ♥ T, Elisa Ventura, enfeites e mais um monte de corações...
Celina, além de gostar dos amigos do Grêmio Estudantil, tem uma outra forma de entretenimento: a natação. Como eu disse, “agora até para a Cê mudou!”. Na aula de natação, ficava só a observar o Rômulo, seu professor. Claro, devia ter umas duas ou três décadas a mais que ela! Mas, como mandar no coração? Também não sei se tinha mudado, pois ainda gostava do Nando... Indecisão! Era o que mais confundia sua cabecinha. O Rômulo tinha dentes brancos que brilhavam ao sorrir-lhe a cada novo dia de aula. De tanto que aprendeu a gostar do professor – não! Professor, não! Corrigindo: o homem de sua vida –, tornou-se uma obcecada.
Ana andava com o coração descompassado, ultimamente. Não sabia ao certo que momento estava presenciando. E o Filósofo continuava a se aproximar dela. Até que um dia, apenas com um impulso, entregou um papel para Ana Lúcia que dizia o seguinte: Eu te amo. Três palavras. É. Isso. Ela sentiu-se alegre, mas, ao mesmo tempo, com medo. Não sabia se o que estava lendo era verdade. Pensava que, sei lá... Pensava que era só para ter um amigo a mais naquelas horas de dor que tivera de passar em cima da cadeira de rodas. Mas, não. Estava escrito bem assim: Eu te amo. Ela pediu um tempo para pensar. Não sabia se, realmente, era aquilo que queria. Claro que esperar por aquilo ela esperava. Todos esperavam por aquela reação de Filósofo!
O Bê tinha aquelas rixas com a turminha do mau (ou melhor, eles é que tinha com o Bê). Um dia entrou um menino novo em sua turma, o Danilo. Todo “malandrão”, mas chegou perto do Bernardo e das gurias e todos gostaram da nova companhia. Ele era um bom partido. Como amigo e até mesmo contra o Moicano. Um dia teve uma corrida que ocorre anualmente em sua escola. A Celina que organizou a turminha para combater o Ted e o Moicano. Fazia dois anos que o Ted ganhava aquela corrida. Essa vez eles não iam deixar! Armaram um plano em que a Cê coordenou e, no momento certo, Danilo passou na frente e conseguiu vencer! Celina foi muito elogiada. Depois a turminha do mau veio desmoralizar. Esperava-se já. Mas estavam em três: Bernardo, Danilo e Celina. E três contra três não era tão fácil assim. A vantagem acabava. Três contra um podia ser fácil, mas agora Bê tinha dois aliados.
Obsessão é pouco. Olhava-se no espelho e perguntava a si mesmo o porquê de ser tão feia. Quando fazia esta pergunta ao pai, ele respondia que o espelho lhe mentia. Sabe... Coisa de pai! Mas ela não era feia mesmo. Só que seu coração ficou poluído com a notícia de que Denise, sua mãe, achou Rômulo deslumbrante. Deslumbrante. Deslumbrante. Deslumbrante. Só o que rondou em sua cabeça enquanto soube que os dois se conheceram e estavam namorando. “Mas, mãe. Ele nem é tão mais novo que tu, que nem estes garotões que estão sempre contigo.”. Mas não queria, jamais, contar-lhe que o amado da mãe era o mesmo amado da filha. Sofria em silêncio. E sofria! E passava as tardes chorando depois do encontro com a mãe.
No novo encontro de Ana com o Filósofo, ela avançou nele e disse: “Sim”. Era sua resposta, e ele não sabia se tentava a compreender ou pulava para cima do céu, de tão contente. “Você quer ser minha namorada?” e ela: “Sim”. Deu uma chance para ele... Talvez a fizesse feliz como nem imaginava! Quem sabe? E os dois beijaram-se vagarosamente e foi um momento feliz a ambos.
Sempre, na escola, o Grêmio estava promovendo umas atividades culturais durante o recreio. Tem um recreio por semana, mais ou menos, em que, o colega que sabe alguma coisa, se apresenta para os outros prestigiarem. Aquela semana não tinha sido diferente, e o Bê já tinha uma ideia fixa na cabeça. Ele ia convidar a A – Ana Lúcia, assim que      chamavam-na – para acompanhá-lo na dança. Queria tanto que a amiga aceitasse! Então ele a convidou para dançar aquela, no recreio, sem compromisso. O plano era fazer com que ela fosse se acostumando e aceitando aos poucos. Dançaram, depois veio a pergunta: “Ana, você quer dançar comigo?” Mas como? Sem as pernas? Ela ficou de pensar.
Não tinha jeito, Rômulo e Denise era a marca de uma flecha que tinha acertado em cheio no coração da Cê. Ela não admitia aquilo. Não podia ser verdade! Enquanto os amigos se reuniam para olhar as temporadas imperdíveis de Lost, ela se imaginava sozinha naquela ilha do filme. Ou melhor, sozinha não estava! Tinha seus amigos, seu pai... Mas não queria ter ninguém com ela lá. Queria estar sozinha mesmo, para não haver chances de existir um outro Rômulo.
Ana Lúcia pensou muito ao lado de Filósofo. Como ela ia dançar sem a flexibilidade das pernas? Sem ao menos poder mexê-las? “Um outro passo. Inventa um outro passo, só seu”. Foi aí que ela, entusiasmada, deu a resposta para o Bê: “Sim. Sim. Sim. Sim.” Aquele “sim” lhe soava como música aos ouvidos. Bê ficou tão contente!
Tinha a resposta da A, agora só faltava a do pai. Tinha lhe convidado para assistir a sua apresentação de balé no dia que ia dançar com Ana Lúcia. Mas, frio, nada respondeu no instante da pergunta. Antes, a da Ana; agora, essa resposta o deixava angustiado. E tinha mais aquela história da Elisa Ventura... Que vida! Pior a da Celina que ela queria morrer. Ele, não. Pelo menos gostava de viver. Até com aquele gosto de “ainda-tem-mais”.
Quando estava chegando da escola, um dia, Denise lhe ligou. Queria falar com ela. Encontraram-se e a mãe partiu para o assunto: “Filha, é sobre o Rômulo. Nós terminamos.” O quê? Aquilo parecia mesmo mentira. Como era? O seu caminho estava livre? “E tem mais. Estou namorando outro homem. Acho que agora é para casar.” Para casar? Ela ouviu aquilo da mãe? “Acho que agora sei o que é amor”. Ambas felizes. Que bom! Celina e Rômulo e ainda um padrasto que agora devia ser para sempre.
Ensaiaram bastante para aquela apresentação, a A e o Bê. Quando estavam no palco, o Bê quase deu um salto perfurando o teto do local. Claro que deu esse pulo, mas foi por dentro. O coração deve ter gritado lá bem alto, com fúria e alegria. Com uma sensação demasiadamente boa. Avistou, na plateia, seu pai! Ele tinha ido lhe ver apresentar. Bernardo se concentrou e fez tudo direitinho. Até parecia um sonho: um passo só deles. Um outro passo da dança. E aquilo estava emocionante. Completaram com muito charme e beleza as coreografias e, no final, uma explosão de aplausos. Assovios... Tudo que precisavam ouvir! Mas, antes de tudo, o que o Bê precisava era de um elogio do pai. “Parabéns! Estava muito bonito!”
Celina ficou admirada pelos amigos. Foram muito bem! Sabe, depois daquela história de “Rômulo e Denise”, ela não ia mais à aula de natação. Não suportava ver a cena dos dois juntos. Agora, não. Agora que tudo voltara ao normal, retornou à natação. Mas, depois de toda aquela choradeira, nem gostava mais tanto do Rômulo. E aceitou a escolha da mãe. O que tiver de ser, será. Não adianta ela tentar mudar seu destino porque quer tanto uma coisa. Nem estava na idade de amar. E, além do mais, até que o Murilo – que tinha acabado com a Maria Eduarda – e o Danilo eram bonitinhos.
Assim se prolonga a história do trio A-Bê-Cê e de seus companheiros: Ana Lúcia com Filósofo, Bernardo com Elisa, Celina com...? Danilo ou Murilo? Não sabe. Ela descobriu aquela noite que tudo sempre é começo. A gente começa, um dia. Se não está bom, recomeça. E assim se vai o ciclo da vida, sempre girando ao recomeçar...

29 comentários:

  1. Suponho que este resumo ajude nos trabalhos escolares, já que o escritor visita escolas para dar palestras, como foi o caso da minha escola no ano passado. Minha professora solicitou a mim o resumo e, logo após, a turma montou um teatro em cima dele.
    Obrigada aos leitores pela visita frequente! Só esta semana esse post obteve mais de 70 visualizações! Se pudessem deixar seus comentários para que eu veja as recomendações e/ou críticas, ou até mesmo o desenvolvimento dos trabalhos dos interessados... Desde já, grata, Giovanna Zoppas Pierezan

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  2. Adorei o resumo, me ajudou a entender melhor o livro, que nao tinha entendido direito. Muito bom o blog tambem, bjs

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  3. adorei o resumo tbm, me ajudou muito em um trabalho escolar :D

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  4. ahhaaha,me poupou de ler todo o livro, adorei, e vai me dar um 10 na escola :* obrigado mesmo.

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  5. Pô guerreiros muito bom o resumo me ajudou bastante para a prova. qualquer coisa adiciona lá marcelonunescorrea@hotmail.com

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  6. mt bom,ajudou bastante eu e minha colega,não tinha dado tempo da gente ler o livro inteiro,e o escritor ja esta preste a vir ao colégio.eu só queria sssaber como fizeram o teatro?quem sabe agente se espélha em voce! caramba obgd mesmo ja vai vira uma grande fã! :) adorei seu blog vlw. e não esquece de falar sobre o teatro pra mim ta!

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  7. se poder falar do teatro e deixar um comentario embaixo do meu hj msm agradeço! o trabalho é para o dia 02/12/11 linda!

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  8. ahhhh e o final do livro é isso msm que voce colocou ai?é que tipo preciso mt de perfeição e voce deve saber :)

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  9. Oi, querida. Li teus comentários e agradeço pelos elogios. Pois então: Nosso teatro foi feito em cima da obra e eu devo ter o roteiro aqui. Ficou simples, mas muito legal. Minha turma não assistiu ao vídeo porque a professora saiu da escola no final do ano passado e acabou não nos mostrando, mas eu devo ter o roteiro aqui. Se quiseres, te passo por e-mail. O final, na verdade, eu que inventei, mas em cima da mensagem que a obra passou para mim. Me passa teu e-mail e conversamos. E boa sorte no dia 02/12!

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    1. Me Passa Helocefrin@gmail.com Por Favor

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    2. Nossa! Desculpa! Me fiz ausente durante um tempo e não vi teu comentário de 8 de agosto de 2012, nem recebi por e-mail... Desculpa mesmo.

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  10. não tenho blog infelizmente,mais sera que voce não tem orkut ou msn? adoro blog mais ainda não fiz um pra mim,então se tiver meu email do orkut é esse:jessica@18examplo.com e do msn é:jessi-carvalho2011@hotmail.com obrigado por me ajudar viu!então se poder se comunicar comigo hoje mesmo vai ser melhor não tenho idéia do que vou fazer,estava pensando no teatro mais nem sei por onde começar :)

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  11. ooie , meu nome é Renata e eu precisava muuuito do resumo do livro "Viagem ao redor de Felipe" do Caio Riter . É um caso de vida ou morte -p
    minha mãe me mata se eu rodar na escola , justo agora na oitava série :S
    meu ultimo ano naquela escola , preciso entregar um resumo desse livroo , se não eu rodo em português . NÃO POSSO RODAR EM NADA !! se conseguir pra mim esse favor , manda pra mim pelo orkut -> renata.flores2011@hotmail.com ' Obrigada (:

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  12. Acho bem legal ajudar os outros... mas porque as pessoas não lêem o livro??? Ele é maravilhoso e a leitura tão gostosa!!!

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    1. Gostei, realmente, da leitura, porém, estou fazendo a minha parte em ajudar os outros a compreender melhor a história. Não publiquei este resumo pra incentivar as pessoas a não ler o livro, mas por vontade de divulgar o meu trabalho como estudante que gosta de escrever e está em exercício.

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  13. Livro muiiito bom, começei a ler ele, e ele é muito interessante :))) quem não leu ainda perdeu uma grande historia do trio A-Bê-Cê...

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    1. Eu já li o livro e adorei o trio
      A-Bê-Cê tem uma linda história de superação,enclusive a A.Eu recomendo este livro e parabéns Caio Riter

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  14. me ajudou muito no meu trabalho de escola ,obrigado.

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  15. eu já li o livro e é muito bom.

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  16. Ameeiii muito obgda eu ñ tive tempo de ler o meu livro e tive que fzer trabalho com enredo ainda afs
    eu amoo ler só que como não deu esse foii o jeitooo obgda msm viiu :)

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  17. obrigado me ajudou muito no trabalho de letramento rs vlw

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  18. cade o ilustrador como esqueçeu disso?!

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  19. cade o ilustrador como esqueçeu disso?!

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  20. Eu tenho esse livro e já li ele algumas vezes! Eu ganhei da minha prof.ª de português!

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  21. na real to bem fudido muito confuso esse troço e tenho um trabalho valendo 2 pontos amanhã

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  22. esse livro deve ser legal mas... no começo e meio que sem sentido depois que vai envolvendo - se no texto ...

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